

Os varejistas de vestuário estão despertando para as vantagens de incluir em sua gama de produtos os calçados. Prova disso é que o número de lojas que diversificam seus artigos está crescendo, conforme informam os representantes comerciais, tornando-se este um importante nicho para as vendas de sapatos.
Um dos fatores para esta mudança de comportamento é a solicitação dos próprios consumidores para os lojistas terem uma diversidade maior de mercadorias. Assim, o cliente pode encontrar, num só lugar, a roupa, o calçado e acessório para compor o look. A proprietária da Rafaela Modas (Nova Venécia/ES), Auzemir Aparecida Chiarelli, é um exemplo. Ela iniciou sua atividade somente com vestuário, mas há cinco anos somou aos seus produtos algumas marcas de calçados. Ela explica que a ideia surgiu devido à procura dos clientes que queriam fazer a combinação com as roupas que compravam. Os novos artigos emplacaram.
“Hoje as vendas estão divididas em 60% de vestuário e 40% de calçados’’, avalia. O representante Geraldo Lara, da Pisante Representações (Vitória/ES), revela que a abertura das lojas de confecções para os calçados está crescendo principalmente no segmento feminino.
Ele representa no Estado do Espírito Santo as marcas Usaflex, Cor da Flor e Crysalis e tem vários clientes que trabalham com a venda de confecção e que incorporaram ao seu mix de artigos os calçados e também os acessórios.
Os pedidos, informa Jorge Luiz Leite, da Flash Representações (Goiânia/GO), cresceram desde que os clientes que comercializam vestuário começaram a vender calçados e acessórios. “A clientela já está formada e fidelizada. No início, o faturamento dos lojistas era 80% vestuário e 20% calçados. Hoje o segmento calçadista ocupa 60% do faturamento deles’’, conta Leite, que comercializa as grifes Piccadilly e Fasolo nos Estados de Goiás, Tocantins e Distrito Federal.
Matéria extraída da Revista APICE
Fonte: Assessoria de Imprensa
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